25 fevereiro 2013

Cascudo Pepita de Ouro


Existem diversos membros da família Loricariidae que possuem uma bela coloração sendo peixes muito procurados por entusiastas da espécie, entre eles vamos destacar o Cascudo Pepita de Ouro que é uma espécie belíssima.

Com uma coloração negra salpicada por pintas amarelas a espécie ainda tem a sua cauda e nadadeira dorsal amarelas, de temperamento agressivo com peixes da mesma espécie, ele é indicado para aquários grandes e com diversas tocas para o peixe se esconder.

Nativo do Rio Xingu e afluentes ele vive em pedras localizadas em locais de correnteza forte a moderada, come pequenos vermes, algas e restos de outros alimentos por ali encontrado.

Ao adquirir um peixe da espécie, procure alimenta-lo com alimentos especiais para peixes de fundo, adquira alimento de qualidade pois geralmente o peixe chega nas lojas debilitado e estressado devido a captura e viajem até chegar as lojas dos grandes centros.

Existem três variedades de cascudo Pepita de Ouro, a diferença entre eles é nas bolas amarelas que podem ser numerosas ou não, este peixe chega a viver quando bem adaptado cerca de 25 anos, dificilmente se reproduz em cativeiro porem sabe-se que alguns aquaristas europeus e asiáticos já conseguem reproduzi-lo em tanques especialmente adaptados.

O aquário para o peixe deve ter PH entre 6,8 a 7,0 temperatura tropical cerca de 28ºC e no mínimo 200 litros, crie ambientes para o peixe se esconder como tocas e troncos iluminação difusa e evite pedras com pontas cortantes para não machucar o peixe.

Outro cuidado que o aquaristas deve ter é com a qualidade da agua pois mudanças bruscas podem afetar o peixe e até causar sua morte.






12 fevereiro 2013

Hyphessobrycon Hamatus


Este peixinho pertencente a família Characidae é encontrado em dois afluentes que se ramificam no Rio Vermelho na região Amazônica próxima do rio Tocantins, vivendo em PH de 6 a 6,8 gosta de temperatura tropical e DH de 5-10.

É muito parecido aos H.Socolofi e H. Erthrostigma possui uma cauda semitransparente com uma risca vermelha fraca que vai da cabeça até a cauda, possui cerca de 5cm de comprimento e gosta de viver em grupos de 10 indivíduos para cima, são pacíficos mas quando criados em ambientes pequenos ficam estressados e passam a perseguir outros peixes mais lentos.

Sua dieta é onívora, ou seja, come de tudo mas o ideal é mesclar com alimentos vivos para ajudar a manter as cores do peixe mais vivas, as informações sobre sua reprodução ainda é bem rara mas sabe-se que é bem parecido com os de outros tetras.

É um peixe raro ainda nas lojas brasileiras por este motivo possui um alto valor comercial quando é encontrado.

Abaixo outra espécie rara encontrada na região Amazônica.

27 janeiro 2013

Tetra Enfermeirinha - Aphyocharax Anisitsi

Este lindo peixinho da família Characidae é encontrado nas regiões tropicais da América do Sul, principalmente na bacia do Rio Paraná, de temperamento pacifico é um belo exemplar para habitar os aquários plantados e comunitários, devido ao seu pequeno tamanho deve-se evitar coloca-lo junto com peixes maiores para que ele não vire petisco já que atinge no máximo uns 5 cm de comprimento.
 
É indicado para todo grupo de aquaristas, desde os iniciantes aos mais experientes quando bem adaptado pode viver até 10 anos.
 
O aquário ideal para a espécie deve ter PH de 6.0 a 7.0, DH de 15 a 30 e temperatura entre os 20 a 28ºC, também deve ter uma grande quantidade de plantas para que a espécie se sinta mais confortável e segura, é um ótimo parceiro para neons e outros tetras de pequeno porte, procure manter grupos de 6 a 20 indivíduos para que eles tenham um comportamento mais natural.
 
A alimentação pode ser variada, pois a espécie é onívora, ou seja, come de tudo, porem é bom acrescentar periodicamente alimentos vivos para a espécie manter sua coloração mais exuberante.
 
É um peixe ovíparo, disseminador livre que não cuidam da prole, os machos são mais magros e possuem o tradicional “gancho” dos caracídeos.

28 dezembro 2012

Hyphessobrycon Agulha

O Hyphessobrycon agulha é mais um caracídeo endêmico da bacia do rio Madeira, rio este que ainda tem muitos mistérios para serem desvendados pelos cientistas, é um peixe pacifico e ótimo para habitar em grupos em aquários plantados.

Alcança até 4cm e apresenta uma linha preta grossa ao longo do corpo que vai das guelras até a nadadeira anal, suas barbatanas são transparentes e as vezes com um leve tom azulado nas bordas, seus olhos são de um vermelho brilhante parecendo que o peixe está de "sombra".

A espécie é onívora, isto é, come de tudo, mas o ideal é balancear sua alimentação juntamente com Artêmias, infusórios, Dáfnias, etc, existem pouquisimas informações sobre sua reprodução em cativeiro, em minhas pesquisas não consegui encontrar nada que falasse a respeito, apenas ouvi que alguns aquaristas já conseguiram este feito, infelizmente a maioria dos animais visto em cativeiro ainda vem do ambiente selvagem.

O aquário do H.Agulha deve ter uma grande área para a natação, as plantas devem ter folhas pequenas, utilize um substrato escuro para realçar as cores do peixe, a iluminação deve ser suave e com plantas flutuantes criando uma penumbra no ambiente, são peixes de fácil manutenção e resistentes a doenças.

16 dezembro 2012

Hyphessobrycon Catableptus

Mais um peixe raro da família dos Caracídeos, o Hyphessobrycon Catableptus é endêmico da bacia do rio Essequibo na América do Sul, gosta de PH na faixa dos 6.0 a 7.5, temperatura tropical e dureza de 2 a 15 DH.
Alcançando um tamanho de até 3cm o H. Catableptus tem o temperamento igual a maioria dos da sua espécie, aprecia viver em cardumes é social e muito ativo no aquário, o ideal é manter acima de seis peixes que darão um toque muito especial no seu plantado.
H.Bentosi
A espécie é onívora e devem ser alimentados com uma dieta balanceada e variada entre ração industrializada e alimentos vivos. Devido a sua raridade nas lojas de aquário existem pouquíssimas informações a respeito da sua reprodução, sabe-se que o aquário deve ter temperatura entre os 24 a 28ºC e PH de 5.5 a 6.5, deve estar limpo sem a presença de restos de alimentos e detritos no fundo, a iluminação deve ser bem fraca, geralmente o casal deposita seus ovos entre as plantas e após este processo os pais devem ser removidos para não comer os ovos.
Os alevinos devem ser alimentados com infusórios ou micro-organismos e após uns 10 dias podemos oferecer alimentos industrializados próprio para alevinos, a agua do aquário deve ser trocada periodicamente, porem apenas de forma parcial para evitar um choque térmico.
Por ser uma espécie recentemente descoberta à informação acerca da mesma é bem resumida, devendo o aquarista pesquisar muito para encontrar informações confiáveis sobre a especie.

02 dezembro 2012

Myriophyllum aquaticum


Popularmente conhecida como “Mil Folhas” esta linda planta é encontrada em toda América do Sul, pertencente à família Haloragaceae ela gosta de ambientes com boa iluminação, PH neutro e temperatura entre os 22 a 28ºC.

Sua reprodução é através de estacas, possui um crescimento rápido e fica melhor se plantada em grupos, onde irá fornecer abrigo aos peixes mais tímidos e alevinos que vierem a aparecer no aquário.

É muito comum em riachos e lagos de várzeas, onde formam grandes tapetes nas margens, possui uma coloração verde-avermelhada e segundo alguns aquaristas é ótima consumidora de fosfatos, nitritos e outros elementos do aquário.